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Aproveitamento de água da chuva

Como funciona o sistema?

O seu Sistema Passo a Passo
O reaproveitamento eficiente da água de chuva não tem mistérios, mas são necessários alguns pequenos cuidados que tornam os sistemas seguros e de fácil manutenção. Veja os passos a serem seguidos para ter seu sistema de aproveitamento de água de chuva:

1º Passo: Dimensionamento do Sistema
O primeiro passo para o reaproveitamento eficiente da água da chuva é o dimensionamento do sistema ideal para cada caso, a partir das necessidades e objetivos do usuário, da área de captação e das características da construção. A definição do tamanho e localização do reservatório é particularmente importante, pois este é o item mais oneroso do projeto, e sua especificação correta pode representar uma importante economia. É necessária a coleta de informações por meio de entrevista com o cliente e levantamentos no local, o que é feito a partir de uma solicitação, por um de nossos técnicos.

2º Passo: Design do Sistema
O segundo passo é definir o design do sistema de reciclagem, que pode ser feito de várias formas diferentes. Em homenagem ao design consagrado nos paises que mais se destacam no reaproveitamento de água de chuva - Alemanha e Austrália - classificamos os sistemas de colheita de água de chuva em dois tipos: a Linha Europa que utiliza cisternas e filtros subterrâneos e apresenta soluções mais completas de reciclagem de água de chuva e a Linha Oceania , mais simples, que utiliza filtros de descida e caixas d'água acima do nível do solo.

3º Passo: Fornecimento de Componentes
Com base no dimensionamento e na definição dos objetivos e características do sistema a ser implantado, a Aquastock especifica, integra e fornece os diversos componentes necessários. O principal componente a ser especificado nesta etapa será o filtro por onde a água passará antes de ir para o reservatório.

Sistemas de coleta de água da chuva
A Linha Europa compreende sistemas destinados a suprir a demanda de uso interno e externo, atendendo também a áreas de maiores captação. É ideal para obras que ainda se encontram na fase de construção, permitindo uma maior integração entre os sistemas de água potável e pluvial.

1. Filtro tipo vortex

2. Freio d'água

3. Bomba submersível

4. Filtro flutuante

5. Central de controle/ interligação com rede pública

6. Multisifão

7. Bóia de nível
8. No caso de um sistema para suprir o uso interno e externo, os componentes devem incluir calhas para a captação da água do telhado, filtro, reservatório e bomba, além de outros acessórios, como freio d'água (para reduzir o turbilhonamento na cisterna), filtro flutuante (para garantir a qualidade da água coletada pela bomba) e multisifão (para evitar a entrada de insetos e roedores na cisterna). A água da cisterna subterrânea pode ser recalcada com a ajuda de bomba para um reservatório superior, de onde segue aos pontos de consumo por gravidade. Pode ainda ser feita por uma bomba pressurizadora, com captação da água diretamente do reservatório inferior, quando as torneiras são acionadas. Neste caso o reservatório superior é desnecessário. O tamanho dos reservatórios é definido levando-se em conta a previsão de consumo, a superfície de captação e o período máximo de estiagem previsto para a região. Pode-se optar ainda por complementar o abastecimento por água de chuva com alimentação da rede pública, ligando os dois sistemas. O diagrama acima ilustra um esquema de instalação típico para uso interno e externo.
A Linha Oceania oferece soluções mais simples e de menor custo, voltadas prioritariamente para o uso externo (jardins, pisos externos). A instalação simplificada e o custo menor fazem com que esta linha de produtos seja ideal para obras acabadas, pois implica em interferência mínima nas instalações existentes.

Um sistema para uso externo é bem mais simples. Como o consumo é menor, o reservatório também pode ser menor, podendo ser colocado diretamente sobre o chão. É possível também alimentar os pontos de consumo por gravidade diretamente do reservatório, dispensando o uso de bombas e outros equipamentos.

 

 

 

 

 

 

Previsão de consumo

A água de chuva serve principalmente para usos não potáveis, pois para assegurar sua potabilidade, é recomendável um tratamento mais complexo, sendo uma alternativa viável apenas onde não há a alternativa de abastecimento com água tratada.

RESIDENCIAL

Em uma residência padrão, a água de chuva pode substituir a água tratada (e potável) da rede pública em diversas aplicações, tais como vasos sanitários, máquinas de lavar, irrigação de jardins, lavagens de carro, limpeza de pisos e piscinas, representando em média 50% do consumo físico, como indica tabela abaixo.

COMERCIAL E INDUSTRIAL

O uso de água para fins não potáveis em estabelecimentos comercias como escolas, prédios públicos e mesmo em indústrias - onde pode ser utilizada no processo produtivo - pode responder por mais de 50% do consumo. É necessária uma inspeção cuidadosa no local para uma avaliação precisa.
Potencial de Captação
Como calcular o volume de captação de água de chuva
De modo bem simples, são quatro as variáveis básicas para se calcular esse potencial.

I) Precipitação (x)
A quantidade de chuva que cai do céu é o primeiro fator determinante do potencial de captação. O índice anual de chuva do local onde se deseja instalar o sistema é uma informação fundamental. O índice pluviométrico mede quantos milímetros chove por ano em um m². Por exemplo, em São Paulo chove em média por ano 1.350mm/m², que equivalem a 1.350 litros ou 1.35m³ por metro por ano.

II) A área de Captação (y)
É a superfície do telhado ou qualquer outra superfície impermeável em que a água será captada para ser armazenada. Mede-se esta área em m² calculando-se sua superfície projetada (y):


No desenho acima, a água poderá ser captada de um ou dos dois lados do telhado, dependo do sistema de calhas.

III) Eficiência do telhado (w)
O material de que é feito o telhado (ou outra superfície de captação), a porosidade, a inclinação, e mesmo o estado de conservação afetam a eficiência da drenagem do telhado. Por exemplo, telhados lisos e metálicos são mais impermeáveis do que telhados de sapé, facilitando o escoamento da água para a calha. De modo a simplificar o cálculo, vamos assumir que sejam perdidos 15% da água que caiu no telhado.

IV) Eficiência na filtragem (z)
Um filtro de boa qualidade e em bom estado de conservação, normalmente, não deixa seguir com a sujeira mais do que 10% da água, ou seja, cerca de 90% de água "limpa" segue para o reservatório.

Exemplo:
Se o estabelecimento está numa região em que chove 1.500mm/ano (x) e seu telhado tem uma superfície de 300m (y) o seu potencial de captação será:
X (chuva anual) = 1.500mm ou 1.5m³
Y (área do telhado) = 300m²
W(eficiência do telhado) = 85%
Z (eficiência do filtro) = 90%
Potencial = 1.5 * 300*85%* 90% = 344m³/ano ou 344.000 litros por ano.
O aproveitamento efetivo desse potencial depende da capacidade de armazenagem e de uma análise de custo-benefício do projeto como um todo.

 

TESTE COMPARATIVO ENTRE FILTROS

www.engeplas.com.br/admin/file/Teste%20de%20Filtros%20de%20Agua%20de%20Chuva%20(2).pdf

 

FUNCIONAMENTO DO MODELO WFF 100  - youtu.be/1OE40oOBFFM  

ATENÇÃO :   abrir com a opção NOVA JANELA - BOTÃO DIREITO DO MOUSE

 

 

Página principal do produto
Como funciona o sistema?
Razões para utilizar o aproveitamento da água de chuva. Exemplo para uma casa de 150 m2
Manual FS 0303 - / FILME DEMO ( áreas até 150 m² )
FS 0303 - INSTALAÇÕES / FILME DEMONSTRAÇÃO
ALGUNS VIDEOS
Filtros - WFF 100 / WFF 150 / WFF 300
Elaboração de projetos de reaproveitamento da água da chuva
O que diz a lei
Kits de interligação
Sistema de automatização
Bombas
Exemplos de utilização (fotos)
Catálogo de produtos. Exemplo prático de utilização de um filtro de descida. Tabela de acessórios.
Cisterna para quintal e jardim
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Reuso das águas em edificações
POTENCIAL DE APROVEITAMENTO DE ÁGUA DE CHUVA PARA USO RESIDENCIAL NA REGIÃO URBANA DE CURITIBA-MARCELO ZOLET
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